Gospel Night - Musica com Compromisso

"Abandone Jesus" ou não terá enterro, ameaçam muçulmanos

Quando Bakyt*, um cristão do Quirguistão, estava morrendo de câncer, recebeu a visita de três moldos (líderes islâmicos) da mesquita local. Eles lhe disseram: “Se você não abandonar sua fé em Jesus, nós não permitiremos que sua família enterre o seu corpo no cemitério local”. Sua resposta emocionada foi para que eles fossem embora de sua casa.

E foi o que aconteceu. Após sua morte, os irmãos de sua igreja foram forçados a mudar o local do túmulo de Bakyt três vezes. Em cada uma das tentativas foram proibidos pelos líderes religiosos locais de enterrá-lo.

Essa situação trouxe muita amargura e tristeza para a família, parentes e amigos. “Eu nunca pensei que não haveria lugar em nossa pátria onde poderíamos enterrar meu marido”, disse Sarah*, esposa de Bakyt.

Casos recorrentes de perseguição à Igreja continuaram ocorrendo no Quirguistão. Mas um dos mais comuns é a pressão que a sociedade exerce sobre os membros da Igreja Cristã que tentam enterrar seus parentes (quirguizes), também cristãos.

Notícia - Após 60 Horas no Fundo do Mar, Náufrago Sobrevive e Revela: “Fiquei Chamando Por Deus. Foi Um Milagre Dele”

O cozinheiro de um navio rebocador que naufragou em maio deste ano na Malásia afirmou que sobreviveu ao acidente por um “milagre de Deus”.

Harrison Okene, 29 anos, estava à bordo do navio Jascon-4, quando uma tempestade tombou a embarcação. O cozinheiro passou 60 horas preso no banheiro, e sobreviveu graças a uma bolha de ar que se formou quando a porta do compartimento trancou.

“Eu estava lá na água em total escuridão e tinha certeza de que era o fim. Fiquei pensando que a água ia encher a sala, mas isso não aconteceu”, contou. “Eu estava com muita fome, mas, principalmente, com muita sede. A água salgada tirou a pele da minha boca”, disse Okene, revelando os efeitos de horas submerso na água do mar.

O sobrevivente afirmou em entrevista à agência Reuters que o cenário era assustador: “Estava muito, muito frio e estava muito escuro. Eu não conseguia ver nada. Mas eu podia perceber que os corpos da minha tripulação estavam nas proximidades. E eu podia sentir o cheiro deles. Vieram os peixes e começaram a comer os corpos. Eu podia ouvir o som. Foi um horror”.

Notícia - “Jesus reencarnado” em Mulher Lidera Seita que Sequestra Cristãos

Quase mil integrantes de uma seita que pregava o fim do mundo em 21 de dezembro de 2012 foram presos na China por pregarem o Apocalipse. O grupo tem mais de um nome, os mais conhecidos são Dōngfāng Shǎndiàn [Relâmpago Oriental], “seguidores do Segundo Salvador”, “verdadeira Luz” e “Igreja de Deus Todo-poderoso”. 

Fundada em 1989, na província chinesa de Henan, foi proibida de atuar pelo governo desde 1995. Seu fundador, Zhao Weishan, alegando perseguição religiosa, fugiu para os Estados Unidos.

Desde então tem se espalhado entre comunidades de imigrantes chineses em todo o mundo. Sua crença central é que Jesus Cristo reencarnou em uma mulher chinesa de meia-idade chamada “Relâmpago” Deng, que vive hoje no bairro Chinatown, em Nova York. Eles defendem que seus membros devem derrubar o Partido Comunista chinês, a quem chamam de “Satanás encarnado” e “o grande dragão vermelho”.

Notícia Internacional - Cristã Condenada à Morte por Beber Água de Poço Muçulmano Publicará Livro Contando Seus Dias na Prisão

Uma cristã paquistanesa foi condenada à morte por blasfêmia depois de discutir com colegas de trabalho por ter bebido água num copo usado por muçulmanas.

Já presa, Aasyia Noreen, conhecida como Asia Bibi, continua sofrendo maus tratos, e embora suas acusadoras tenham retirado a queixa de blasfêmia, o governo se recusa a libertá-la temendo os protestos da população, que é 97% muçulmana.

Asia Bibi tem 42 anos e cinco filhos, e desde que foi presa seu estado de saúde tem se degradado aos poucos. Para buscar uma forma de contar seu drama, ditou suas memórias do incidente para o marido, enquanto ele o visitava na cela. Os manuscritos foram repassados para uma jornalista francesa, que escreverá o livro – que já tem título, Blasfêmia – e terá 50% da receita destinada a ajudar a família de Asia Bibi.