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Diretor do filme O Jovem Messias revela que história o “levou para mais perto de Deus”

O filme “O Jovem Messias” gerou uma oportunidade de reaproximação a Deus para o diretor, Cyrus Nowrasteh. O longa-metragem, baseado no livro “Cristo Senhor – O caminho para Caná”, de Anne Rice, publicado em 2005, usa a ficção para narrar uma provável infância de Jesus Cristo, já que não se possuem relatos dessa fase de sua vida.

No filme, assim como no livro, Jesus está com sete anos de idade e saindo com sua família do Egito rumo a sua terra natal, Nazaré. José e Maria se esforçam para ocultar do próprio Jesus a verdade sobre ele, para evitar atrair a atenção do rei Herodes e as forças romanas.

Segundo informações do Christian Post, a narrativa explora a fidelidade, o amor e humor da família, que dribla os perigos enquanto Jesus se descobre o Messias.

O diretor Cyrus Nowrasteh comentou os bastidores da produção e falou sobre a representação do mal no filme: “Satanás está presente no romance e decidimos expandir esta ideia, fazendo-o sempre presente, à espreita da criança, acompanhando e assistindo. É uma ameaça que só o menino pode ver. Em um drama como este, é vantajoso ter o antagonista presente, tanto por razões dramáticas, como teológicas”, comentou.


Convertido, zagueiro Alex Silva fala sobre sonho de ser pastor após aposentadoria dos campos


O zagueiro Alex Silva, 31 anos, disputa o Campeonato Paulista pelo Rio Claro, e tenta recolocar a carreira nos trilhos após ter deixado os holofotes do futebol por conta de erros cometidos dentro e fora dos campos. Convertido ao Evangelho, ele sonha em ser pastor quando se aposentar.

Alex Silva, que chegou a ser convocado para disputar uma Copa América com a Seleção Brasileira em 2007, quando atuava pelo São Paulo, é irmão de outros três zagueiros: Luisão, que joga no Benfica, de Portugal, e também já atuou com a camisa canarinho; Alan, do Internacional, de Porto Alegre; e Andrei Silva, do Sport Clube Recife.

“Depois de alguns deslizes fora de campo, eu me apeguei à fé. Há um ano e meio, me converti e estou me dedicando, estudando a palavra de Deus. Quero cumprir o chamado para minha vida, que seja missionário ou pastor. No clube tenho ministrado a palavra em todas as concentrações um dia antes dos jogos. Fazemos uma espécie de culto, tenho estudado muito isso”, afirmou Alex, em entrevista à ESPN.

O jogador – que já atuou por Flamengo, Cruzeiro e clubes europeus – revelou que fica feliz por ter oportunidade de testemunhar sobre a mudança de vida que vem experimentando após se converter ao Evangelho: “Eu testemunho para outras pessoas sobre a minha vida. É bem interessante, tinha uma vida totalmente diferente fora do campo, regrada de coisas do mundo. Recebi um chamado e aceitei Cristo como único Salvador e tudo mudou”.

Israel gastará R$ 1,2 milhão para levar judeus brasileiros de volta

A “lei do retorno”, de 1950, foi criada pelo governo de Israel para dar aos judeus do mundo o direito de se tornarem imediatamente cidadãos no país. Os que decidem fazer a Aaliyah (subida) recebem todos os incentivos para se estabelecer no Estado judeu.

Em 2015, houve um aumento de 58% no número de novos imigrantes brasileiros – 486 contra 308 no ano anterior. Este ano, Israel vai gastar 1,18 milhão de shekels (cerca de R$ 1,2 milhão), num investimento recorde. Trata-se de uma aposta para que em 2016 sejam 750 brasileiros.

O anúncio foi feito em reunião da Comissão de Imigração e Absorção do Knesset (Parlamento). Esse apoio à imigração inclui programas de recolocação profissional.

Michel Abadi, diretor-executivo do Beit Brasil, ONG que ajuda imigrantes brasileiros a se adaptar no novo lar, comemora. “É a primeira vez que Israel dá atenção aos imigrantes vindos do Brasil. Ficamos emocionados com o anúncio”, disse. “Essa verba é um bom começo, mas vamos lutar para ela aumentar.”

O investimento será feito por meio órgãos do governo e ONGs de promoção à imigração judaica. Destaque para a Agência Judaica e a Organização Sionista Mundial. Ambas já trabalham no Brasil há décadas.

Yehuda Sharf, diretor do Departamento de Imigração e Absorção da Agência Judaica, explica que está ocorrendo um “despertar” dos judeus brasileiros. O motivo é claro: a crise política e econômica no Brasil.

Aluno é expulso por dizer que homossexualismo é pecado

Natural do Camarões, Felix Ngole, 38, vive na Inglaterra desde 2003, quando conseguiu asilo político. Desde então obteve dois diplomas universitários e trabalhou como professor. Pai de quatro filhos, ele cursava o mestrado da Universidade de Sheffield, para se tornar assistente social.

Recentemente manifestou sua opinião contrária ao casamento gay no Facebook. Para sua surpresa, acabou sendo expulso da universidade, após a reclamação de colegas homossexuais.
A direção entendeu que ele “ofendeu alguns colegas”. Felix foi informado que sua postura afetava “a sua aptidão para a prática do serviço social” e precisou devolver sua carteira de estudante.

A postura particular na rede social envolveu comentários apoiando Kim Davis, uma funcionária de um cartório no Kentucky, que acabou presa por se recusar a emitir licenças de casamento para pessoas do mesmo sexo em setembro de 2015.
Em seu perfil, Felix lembrou que a prática homossexual é contra o ensino da Bíblia, citando um verso de Levítico, que a descreve como uma “abominação”.