Muitas pessoas pediram para que eu escrevesse a respeito deste tema. Afinal de contas, quem nunca sentiu um friozinho na barriga quando aquela pessoa especial fez o login no msn messenger? ;)
Para facilitar o tema, gostaria de explicar o meu ponto de vista a respeito de relacionamentos afetivos, que seriam 3 etapas no caso:
- Namoro (Conhecer a pessoa para saber se quer casar com ela.)
- Noivado (Preparar para o casamento, pois tem certeza que quer mesmo esta pessoa.)
- Casamento (Ate que a morte os separe.)
Vivemos em uma época muito privilegiada. Antigamente as pessoas conheciam e se relacionavam apenas com o circulo de relacionamento em que estiveram durante toda a sua vida, a não ser que acontecece de fato uma mudanca geográfica por motivos de trabalho. Relacionamentos a longa distancia aconteciam apenas quando as pessoas se conheciam durante as ferias ou em ocasiões especiais! Naquela época, alguns destes relacionamentos deram certo, e se você pensa que namorar a distancia é difícil hoje em dia, imagine como era então: Não existia e-mail, não existia msn, não existia skype e muito menos webcam! A comunicação era feita através de cartas, e de vez em quando por telefone, pois era muito caro ligar. Se hoje alguns sofrem por ficarem 1 dia sem receber e-mail, imaginem esperar 1 mês para receber uma carta!
De fato hoje em dia ficou muito mais fácil namorar a distancia e eu acredito que um relacionamento assim pode funcionar, desde que ambos tenham amor, dedicação e um plano. Mas quero fazer uma pergunta crucial para aqueles que pensam em namorar alguém que mora longe:
Por que você quer namorar esta pessoa, e não uma que more mais perto de você?
A resposta é simples: Pois esta pessoa é mais interessante e eu gosto mais dela do que as pessoas que moram perto de mim. Tendo em vista que você quer alguém para estar do seu lado por toda a vida, melhor escolher bem e pagar o preço. Melhor sofrer um pouco com a distância do que sofrer anos em um casamento infeliz. Se é que de fato você ama mesmo esta pessoa que vive longe, ou se isto tudo é apenas uma paixão momentânea. Vamos avaliar agora os pros e os contras:
Os pontos fracos do namoro a distância:
- Falta de relação afetiva.
- Não poder conhecer as reações da pessoa no dia-a-dia.
- Ter que adaptar horários para conversar online.
- Perder alguns eventos sociais para estar em frente ao computador.
Os pontos fortes do namoro a distância:
- Poder construir um relacionamento que não seja apenas físico.
- Avaliar se o amor é real, através dos desafios.
- Sonharem juntos e planejarem os encontros pessoais.
- Serem criativos para se surpreenderem, mesmo a distancia.
Conheço vários casais que conseguiram superar a crise da distância. Então se vocês decidirem encarar o desafio, ficam algumas dicas:
1 - Façam um plano!
Vocês só vão conseguir superar a distância se tiverem planos de se encontrarem algumas vezes, e um plano para casar. Sem isto, vocês começam a desanimar, pois o relacionamento perde todo o sentido. Conversem a respeito de projeto de vida, e se estão realmente dispostos a abrirem mão de alguns detalhes para estarem juntos. Se não estiverem, melhor não começar o namoro.
2 - Estabeleçam os parâmetros e limites no relacionamento.
Quantas vezes por semana vão conversar e em que horários? Como vão tratar com amizades do sexo oposto? Como evitar o ciúmes e ao mesmo tempo evitar que pessoas má intencionadas se aproximem? Tudo isto precisa ser conversado antes de começar o namoro.
3 - Compartilhem de hobbies juntos!
Vocês vão precisar de assuntos para conversar. Filmes, seriados, esporte, jogar alguma coisa online, etc. Estas coisas vão deixar o relacionamento mais divertido. Quando faltar assunto, lembrem-se que pessoalmente também falta assunto de vez em quando.
4 - Surpreendam o parceiro!
Envie cartas, cartoes, flores, presentes! Edite um vídeo e coloque no youtube, escreva uma música, vá além do convencional. Mas sem exageros claro, para não parecer um maníaco perseguidor.
5 - Não procurem um substituto temporário.
Em outras palavras, no dia de carência afetiva não saia por ai com outra pessoa, pois a traição vai trazer conseqüências e pode mudar a sua conduta mesmo dentro de um casamento. Se começar mal, pode terminar mal, então se tiver um amigo mal intencionado, bloqueie no msn e evite conversas desnecessárias, para o bem de seu namoro.
6 - Não escute comentários negativos das pessoas.
90% das pessoas vão te dizer que não dá certo, que a pessoa já esta te traindo, dentro de outros comentários... Tenha personalidade, faça o que você acha melhor com a sua vida e não esquente com as brincadeirinhas de mal gosto. Confie em seu parceiro, Sem confiança, qualquer coisa vai ser motivo para ciúmes.
O seu relacionamento pode dar certo? Pode sim! Mas apenas comece se esta pessoa realmente for tão especial assim para você. Pague um preço por 1 ou 2 anos e seja feliz durante o resto de sua vida com ela! Se não quiser arriscar, encontre alguém ai em sua cidade mesmo.
Pr. André Queiroz
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A Origem do Dia dos Pais
O site Vivendo Sem Fronteiras vem parabenizar todos os Pais pelo seu maravilhoso dia. Agora leia o texto abaixo e você irá descobrir como surgiu o "Dia dos Pais".
Inicio
Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a ideia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a ideia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.
Em outros países
Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamado de "o Dia do Defensor da Pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).
Fonte: Extraído e adaptado do site Bilibio.com por Everson Cavalcante Tweetar
Inicio
Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a ideia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. Ela também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a ideia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).
No Brasil, a ideia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.
Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e europeia.
Em outros países
Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.
Na Itália e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.
No Reino Unido - o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.
Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.
Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.
Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.
Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.
Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.
Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.
Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.
Austrália - A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.
África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.
Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamado de "o Dia do Defensor da Pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).
Independente da sua crença, raça ou religião, o Dia dos Pais é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples "Obrigado Papai" !
Fonte: Extraído e adaptado do site Bilibio.com por Everson Cavalcante Tweetar
Ponto Eletrônico Nas Grandes e Pequenas Empresas
Leia com atenção...
Toda vez que bater o ponto, o trabalhador terá de receber um comprovante impresso com o horário em que iniciou ou encerrou a sua jornada de trabalho. A mudança faz parte da regulamentação definida pelo governo federal para o ponto eletrônico, aquela maquininha que registra quando alguém entra e sai de mais um dia de trabalho, e está no cotidiano de milhares de empresas e de milhões de empregados.
O assunto foi tratado (segundo Sakamoto) no ano passado, mas vale a lembrança pois, agora, o negócio passa a valer. Poucos sabem, mas podem estar sendo enganados na batida do cartão. Em muitos casos, tempo de trabalho tem sido comido pelo patrão, que regula a máquina para que ela registre menos do que o trabalhado. E, até agora, quem já tinha percebido isso não conseguia comprovar.
Nesta terça (27/07/2010), foi publicada a instrução normativa que regula a fiscalização ponto eletrônico, prevista para começar no dia 26 de agosto. No início, haverá visitas com função pedagógica. Depois, multas. O auditor fiscal poderá verificar irregularidades no registro eletrônico como a ausência ou redução de intervalos de jornada, a realização de horas-extras além do permitido ou sem remuneração equivalente, a concessão de descanso semanal, entre outros.
Ao longo do tempo, o Ministério do Trabalho e Emprego e o Ministério Público do Trabalho receberam muitas denúncias relacionadas a fraudes nos sistemas de ponto eletrônico utilizados por grandes empresas como magazines varejistas e redes de supermercados. Denúncias formuladas por trabalhadores e sindicatos, que revelaram fraudes, em especial com a finalidade de reduzir as horas extras.
Foram encontrados programas de controle de ponto eletrônico que permitiam que o empregador, por meio de senhas, tivesse acesso posterior às marcações dos empregados e pudesse – inclusive – alterar horários de entrada e de saída, além dos intervalos para repouso e alimentação. Ou seja, depois que você bateu o cartão, alguém vai lá e diminui o seu tempo de trabalho. Outros sistemas propiciavam ao empregador configurar o sistema para a marcação de ponto somente em horários pré-determinados. Com isso, o empregado fica impedido de registrar o horário real de entrada e saída.
Verificou-se que alguns fabricantes desenvolviam sistemas que geravam batidas automáticas, mesmo sem que o ponto fosse batido. Esses sistemas faziam a marcação automática do horário com minutos a mais ou a menos (17h04 e 16h58, para jornadas que terminam às 17h, por exemplo), de forma aleatória, para parecer mais “real” e não configurar o chamado “ponto britânico”. Uma rede de supermercados confessou a um juiz no Rio Grande do Norte que alterava “para o bem” as marcações.
Várias faziam anúncios das “vantagens” sem nenhum constrangimento. Uma das fabricantes chegou a enumerar perguntas para demonstrar os benefícios do produto: “O funcionário pode contestar a marcação do ponto? Não, uma vez que o funcionário assinou o espelho do cartão não mais poderá contestar a validade de suas marcações”, prometia. “É possível alterar a marcação feita pelo funcionário? Sim, é possível. Existe uma função destinada ao administrador do ponto que através de uma senha faz as correções e abonos necessários em todas as marcações efetuadas por seus funcionários”. As informações são procedentes de uma extensa investigação realizada pelo pessoal aqui da Repórter Brasil no ano passado.
Outra destacava a marcação de ponto somente em horários pré-determinados como um ponto forte do seu produto e tinha até manual de como fazer as alterações. “Basta ter a senha de acesso para adicionar ou modificar horário e até excluir marcações”. Havia fabricantes que preferiam recorrer à questão das ações trabalhistas para chamar atenção no mercado. “Custa menos que uma ação trabalhista, geralmente movida pela falta de controle efetivo de seu funcionário. O sistema permite o desconto de horas extras de forma total ou parcial”, advertia a empresa, sem receio de punições.
Apesar da chiadeira de alguns empresários (reclamando que a implantação do sistema vai gerar custos e filas) é saudável toda a ação que vem no sentido de disciplinar e dar transparência às relações entre capital e trabalho.
Noticia extraída do blog " Leonardo Sakamoto " (Jornalista e Doutorado em Ciência Política)
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Toda vez que bater o ponto, o trabalhador terá de receber um comprovante impresso com o horário em que iniciou ou encerrou a sua jornada de trabalho. A mudança faz parte da regulamentação definida pelo governo federal para o ponto eletrônico, aquela maquininha que registra quando alguém entra e sai de mais um dia de trabalho, e está no cotidiano de milhares de empresas e de milhões de empregados.
O assunto foi tratado (segundo Sakamoto) no ano passado, mas vale a lembrança pois, agora, o negócio passa a valer. Poucos sabem, mas podem estar sendo enganados na batida do cartão. Em muitos casos, tempo de trabalho tem sido comido pelo patrão, que regula a máquina para que ela registre menos do que o trabalhado. E, até agora, quem já tinha percebido isso não conseguia comprovar.
Nesta terça (27/07/2010), foi publicada a instrução normativa que regula a fiscalização ponto eletrônico, prevista para começar no dia 26 de agosto. No início, haverá visitas com função pedagógica. Depois, multas. O auditor fiscal poderá verificar irregularidades no registro eletrônico como a ausência ou redução de intervalos de jornada, a realização de horas-extras além do permitido ou sem remuneração equivalente, a concessão de descanso semanal, entre outros.
Ao longo do tempo, o Ministério do Trabalho e Emprego e o Ministério Público do Trabalho receberam muitas denúncias relacionadas a fraudes nos sistemas de ponto eletrônico utilizados por grandes empresas como magazines varejistas e redes de supermercados. Denúncias formuladas por trabalhadores e sindicatos, que revelaram fraudes, em especial com a finalidade de reduzir as horas extras.
Foram encontrados programas de controle de ponto eletrônico que permitiam que o empregador, por meio de senhas, tivesse acesso posterior às marcações dos empregados e pudesse – inclusive – alterar horários de entrada e de saída, além dos intervalos para repouso e alimentação. Ou seja, depois que você bateu o cartão, alguém vai lá e diminui o seu tempo de trabalho. Outros sistemas propiciavam ao empregador configurar o sistema para a marcação de ponto somente em horários pré-determinados. Com isso, o empregado fica impedido de registrar o horário real de entrada e saída.
Verificou-se que alguns fabricantes desenvolviam sistemas que geravam batidas automáticas, mesmo sem que o ponto fosse batido. Esses sistemas faziam a marcação automática do horário com minutos a mais ou a menos (17h04 e 16h58, para jornadas que terminam às 17h, por exemplo), de forma aleatória, para parecer mais “real” e não configurar o chamado “ponto britânico”. Uma rede de supermercados confessou a um juiz no Rio Grande do Norte que alterava “para o bem” as marcações.
Várias faziam anúncios das “vantagens” sem nenhum constrangimento. Uma das fabricantes chegou a enumerar perguntas para demonstrar os benefícios do produto: “O funcionário pode contestar a marcação do ponto? Não, uma vez que o funcionário assinou o espelho do cartão não mais poderá contestar a validade de suas marcações”, prometia. “É possível alterar a marcação feita pelo funcionário? Sim, é possível. Existe uma função destinada ao administrador do ponto que através de uma senha faz as correções e abonos necessários em todas as marcações efetuadas por seus funcionários”. As informações são procedentes de uma extensa investigação realizada pelo pessoal aqui da Repórter Brasil no ano passado.
Outra destacava a marcação de ponto somente em horários pré-determinados como um ponto forte do seu produto e tinha até manual de como fazer as alterações. “Basta ter a senha de acesso para adicionar ou modificar horário e até excluir marcações”. Havia fabricantes que preferiam recorrer à questão das ações trabalhistas para chamar atenção no mercado. “Custa menos que uma ação trabalhista, geralmente movida pela falta de controle efetivo de seu funcionário. O sistema permite o desconto de horas extras de forma total ou parcial”, advertia a empresa, sem receio de punições.
Apesar da chiadeira de alguns empresários (reclamando que a implantação do sistema vai gerar custos e filas) é saudável toda a ação que vem no sentido de disciplinar e dar transparência às relações entre capital e trabalho.
Noticia extraída do blog " Leonardo Sakamoto " (Jornalista e Doutorado em Ciência Política)
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Veja o que aconteceu pelo Mundo
Juiza argentina desobedece a lei e se nega a casar gays: “não quero que Deus me condene”
Uma juíza de paz argentina afirmou nesta sexta-feira que se negará a casar pessoas do mesmo sexo por temer “condenação de Deus”, mesmo que isso lhe custe a carreira, após a aprovação da lei que permite o casamento homossexual na Argentina.
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Uma juíza de paz argentina afirmou nesta sexta-feira que se negará a casar pessoas do mesmo sexo por temer “condenação de Deus”, mesmo que isso lhe custe a carreira, após a aprovação da lei que permite o casamento homossexual na Argentina.
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